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Mostrando postagens de 2023

1820

  O Coronel Antônio Cesino de Medeiros, nascido em 1858 e falecido em 1926, destacou-se como uma das figuras mais expressivas da história econômica, social e política de Caicó e do Seridó no final do século XIX e nas primeiras décadas do século XX. Proprietário da tradicional Fazenda Umari, de onde herdou o cognome de “Antônio do Umari” ou “Tonho do Umari”, foi herdeiro direto do patrimônio de seu pai, o Tenente-Coronel Francisco Antônio de Medeiros, que, por sua vez, recebera a propriedade por herança do sogro. A fazenda, dotada de engenho de cana e de uma locomóvel destinada ao beneficiamento do algodão, equipamentos importados da Inglaterra, tornou-se símbolo de modernização agrícola regional e chegou a ser visitada pela Missão Pearse, em 1921. Além do Umari, possuía ainda os sítios Curral Queimado e Culumins, em Caicó, bem como o Sítio Carrapateira, no município de São João do Sabugi. Filho de Ana Vieira Mimosa, foi o décimo primeiro entre os descendentes do casal, tendo sido b...

1818

Há muito que os sertões do Seridó, no Rio Grande do Norte, reverenciam a hegemonia da "Casa da Família Pereira", uma dinastia cuja influência se estendeu, com vigor, da agricultura à alta política. O patriarca desta estirpe, Félix de Araújo Pereira, veio à luz em 26 de fevereiro de 1818, na Fazenda Garrotes, termo de Acari. Herdeiro de vasto latifúndio que se espraiava pelo Seridó e sertão adentro, Félix consagrou-se como um opulento pecuarista, pioneiro na criação das raças Guzerá e Holandesa. Pela simbiose com suas terras, tornou-se conhecido pela alcunha de "Joaquim Félix dos Garrotes", ostentando a patente de Coronel — título que, à época, conferia distinção e poder aos grandes senhores rurais. Em sua vida privada, o Coronel uniu-se em matrimônio a Maria Suzana da Anunciação, nascida em 10 de março de 1822. Seguindo os costumes de antanho, enquanto os varões perpetuavam o sobrenome paterno, as filhas recebiam nomes de devoção religiosa; assim, Maria Suzana, filh...

1817

     ANA MARCOLINA DE JESUS (1817/1900)   F ilha de Antônio de Araújo Pereira e Maria José de Medeiros, sendo, entrementes irmã de Tomaz Pereira de Araújo e outros.  Casou-se com o Coronel Cipriano Lopes Galvão. Genitora de Porphíria Alexandrina de Jesus (primeira esposa do Ten.-cel. Antônio Pires de Albuquerque Galvão (Terceiro). Também é genitora de Tereza Aureliana Bezerra de Medeiros Galvão e outros. Maria Honorata de Medeiros nasceu em 11 de janeiro de 1817 e faleceu no mês de abril de 1881. Viúva do doutor João Valentino Dantas Pinagé, contraiu segundas núpcias com Félix José Dantas, filho de Manoel Antônio Dantas Corrêa e de Maria José de Medeiros, integrando, assim, dois ramos de expressiva projeção social e política no Seridó oitocentista. Entre os descendentes de Manoel Antônio Dantas Corrêa e Maria José de Medeiros figura José Felisberto Dantas, casado com Maria José do Sacramento, filha do português Miguel Bezerra da Ressurreição e de Dona Maria...

1816

   MANOEL MARIZ FILHO (1816-1930) f ilho de Manuel Pereira Mariz e Joana Francisca Maria dos Passos; neto pat erno de Francisco Pereira Monteiro  e Joana Pereira de Araújo; neto materno de Joaquim Álvares de Faria e Maria José do Nascimento. Casou-se com  MARIA CÂNDIDA DE MEDEIROS.   Deste casamento nasceram 13 filhos.  Manoel Mariz Filho faleceu aos 61 anos, em 22 de outubro de 1930. Maria Cândida veio a falecer em 1962, com 82 anos de idade. São os filhos do casal: Paulina Engrácia de Medeiros Mariz (1897-?);  Filhos do Casal: Paulina Engrácia de Medeiros Mariz (1897-?); Maria Osmila de Medeiros Mariz (1899-1984); José Bernardo de Medeiros Mariz (1900-1995); Descartes de Medeiros Mariz (1902-1985); Dinarte de Medeiros Marizz (1903-1984); Derossi de Medeiros Mariz (1904-); Severino de Medeiros Mariz (1º);  Joana de Medeiros Mariz (1907-1994); Severino de Medeiros Mariz (19010-); Dirceu de Medeiros Mariz (1910-); Edgar de Medeiros Mariz (1911...