O Coronel Antônio Cesino de Medeiros, nascido em 1858 e falecido em 1926, destacou-se como uma das figuras mais expressivas da história econômica, social e política de Caicó e do Seridó no final do século XIX e nas primeiras décadas do século XX. Proprietário da tradicional Fazenda Umari, de onde herdou o cognome de “Antônio do Umari” ou “Tonho do Umari”, foi herdeiro direto do patrimônio de seu pai, o Tenente-Coronel Francisco Antônio de Medeiros, que, por sua vez, recebera a propriedade por herança do sogro. A fazenda, dotada de engenho de cana e de uma locomóvel destinada ao beneficiamento do algodão, equipamentos importados da Inglaterra, tornou-se símbolo de modernização agrícola regional e chegou a ser visitada pela Missão Pearse, em 1921. Além do Umari, possuía ainda os sítios Curral Queimado e Culumins, em Caicó, bem como o Sítio Carrapateira, no município de São João do Sabugi. Filho de Ana Vieira Mimosa, foi o décimo primeiro entre os descendentes do casal, tendo sido b...
"Nós não herdamos o mundo de nossos antepassados, nós o pegamos emprestado dos nossos filhos."