ANA MARCOLINA DE JESUS (1817/1900) Filha de Antônio de Araújo Pereira e Maria José de Medeiros, sendo, entrementes irmã de Tomaz Pereira de Araújo e outros. Casou-se com o Coronel Cipriano Lopes Galvão. Genitora de Porphíria Alexandrina de Jesus (primeira esposa do Ten.-cel. Antônio Pires de Albuquerque Galvão (Terceiro). Também é genitora de Tereza Aureliana Bezerra de Medeiros Galvão e outros.
Maria Honorata de Medeiros nasceu em 11 de janeiro de 1817 e faleceu no mês de abril de 1881. Viúva do doutor João Valentino Dantas Pinagé, contraiu segundas núpcias com Félix José Dantas, filho de Manoel Antônio Dantas Corrêa e de Maria José de Medeiros, integrando, assim, dois ramos de expressiva projeção social e política no Seridó oitocentista.
Entre os descendentes de Manoel Antônio Dantas Corrêa e Maria José de Medeiros figura José Felisberto Dantas, casado com Maria José do Sacramento, filha do português Miguel Bezerra da Ressurreição e de Dona Maria José do Nascimento. O casal residiu em Santa Luzia, na Paraíba, localidade em que também José Felisberto estabeleceu moradia por longo período.
Outro filho foi Antônio Manoel Dantas, que se casou com Josefa Francisca da Encarnação, identificada neste capítulo sob a referência BN 154, filha de Francisco Gomes da Silva e de Maria Joaquina dos Santos, união que reforçou os vínculos entre tradicionais famílias do Seridó.
Félix José Dantas, por sua vez, contraiu matrimônio com Francisca Xavier de Lira, filha de Manoel da Anunciação e Lira e de Ana Filgueira de Jesus. O casamento realizou-se na Matriz da Gloriosa Senhora Sant’Ana do Seridó, após as devidas denúncias canônicas, confissão e comunhão sacramental, sendo ele então identificado como filho legítimo de Manoel Antônio Dantas Corrêa e de Dona Maria José de Medeiros. Enviuvando, Félix José Dantas voltou a casar-se com Maria Honorata de Medeiros, já viúva de João Valentino Dantas Pinagé e filha de Simão Gomes de Brito e de Maria Madalena de Medeiros.
Ana Joaquina de Medeiros, nascida em 16 de dezembro de 1804 e falecida em 10 de agosto de 1889, casou-se com José Carlos de Brito, filho de Manoel da Anunciação e Lira e de Ana Filgueira de Jesus, conforme tratado no capítulo relativo à descendência de Manoel Carneiro de Freitas.
Maria Constância de Medeiros uniu-se em matrimônio a Antônio Bezerra de Bittencourt e Abreu, filho do português Miguel Bezerra da Ressurreição e de Maria José do Nascimento, residentes em Santa Luzia, na Paraíba. O casamento ocorreu na Fazenda Cajueiro, após as formalidades canônicas, sendo Maria Constância declarada filha legítima de Manoel Antônio Dantas Corrêa e de Maria José de Medeiros.
Isabel de Hungria de Medeiros casou-se com Francisco Gomes da Silva, figurando este sob a referência BN 153 deste capítulo, filho de Francisco Gomes da Silva e de Maria Joaquina dos Santos, perpetuando alianças familiares de grande relevância regional.
Por fim, Manoel Salustiano Dantas, nascido em 1816, contraiu matrimônio com Isabel Januária da Nóbrega, filha de José Ferreira da Nóbrega e de Francisca Bezerra do Sacramento. Após enviuvar, casou-se novamente em 21 de janeiro de 1861 com Cândida Maria de Jesus, filha de Anastácio Freire de Araújo e Gertrudes Jesus de Araújo. Tornou a enviuvar em 20 de abril de 1880, tendo residido na Fazenda Serrote Branco, no termo de Santa Luzia, encerrando ali a sua trajetória familiar e social.
Maria Honorata de Medeiros nasceu em 11 de janeiro de 1817 e faleceu no mês de abril de 1881. Viúva do doutor João Valentino Dantas Pinagé, contraiu segundas núpcias com Félix José Dantas, filho de Manoel Antônio Dantas Corrêa e de Maria José de Medeiros, integrando, assim, dois ramos de expressiva projeção social e política no Seridó oitocentista.
Entre os descendentes de Manoel Antônio Dantas Corrêa e Maria José de Medeiros figura José Felisberto Dantas, casado com Maria José do Sacramento, filha do português Miguel Bezerra da Ressurreição e de Dona Maria José do Nascimento. O casal residiu em Santa Luzia, na Paraíba, localidade em que também José Felisberto estabeleceu moradia por longo período.
Outro filho foi Antônio Manoel Dantas, que se casou com Josefa Francisca da Encarnação, identificada neste capítulo sob a referência BN 154, filha de Francisco Gomes da Silva e de Maria Joaquina dos Santos, união que reforçou os vínculos entre tradicionais famílias do Seridó.
Félix José Dantas, por sua vez, contraiu matrimônio com Francisca Xavier de Lira, filha de Manoel da Anunciação e Lira e de Ana Filgueira de Jesus. O casamento realizou-se na Matriz da Gloriosa Senhora Sant’Ana do Seridó, após as devidas denúncias canônicas, confissão e comunhão sacramental, sendo ele então identificado como filho legítimo de Manoel Antônio Dantas Corrêa e de Dona Maria José de Medeiros. Enviuvando, Félix José Dantas voltou a casar-se com Maria Honorata de Medeiros, já viúva de João Valentino Dantas Pinagé e filha de Simão Gomes de Brito e de Maria Madalena de Medeiros.
Ana Joaquina de Medeiros, nascida em 16 de dezembro de 1804 e falecida em 10 de agosto de 1889, casou-se com José Carlos de Brito, filho de Manoel da Anunciação e Lira e de Ana Filgueira de Jesus, conforme tratado no capítulo relativo à descendência de Manoel Carneiro de Freitas.
Maria Constância de Medeiros uniu-se em matrimônio a Antônio Bezerra de Bittencourt e Abreu, filho do português Miguel Bezerra da Ressurreição e de Maria José do Nascimento, residentes em Santa Luzia, na Paraíba. O casamento ocorreu na Fazenda Cajueiro, após as formalidades canônicas, sendo Maria Constância declarada filha legítima de Manoel Antônio Dantas Corrêa e de Maria José de Medeiros.
Isabel de Hungria de Medeiros casou-se com Francisco Gomes da Silva, figurando este sob a referência BN 153 deste capítulo, filho de Francisco Gomes da Silva e de Maria Joaquina dos Santos, perpetuando alianças familiares de grande relevância regional.
Por fim, Manoel Salustiano Dantas, nascido em 1816, contraiu matrimônio com Isabel Januária da Nóbrega, filha de José Ferreira da Nóbrega e de Francisca Bezerra do Sacramento. Após enviuvar, casou-se novamente em 21 de janeiro de 1861 com Cândida Maria de Jesus, filha de Anastácio Freire de Araújo e Gertrudes Jesus de Araújo. Tornou a enviuvar em 20 de abril de 1880, tendo residido na Fazenda Serrote Branco, no termo de Santa Luzia, encerrando ali a sua trajetória familiar e social.


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