ANTÔNIO PEREIRA DE ARAÚJO NETO (1869/1933) Filho de Antônio Pereira de Araújo (1848–1904 e de Cândida Rosália Viterbo (1848–1904). Irmão de Manoel Petronilo Pereira de Araújo (1867-1954), antigo proprietário da Fazenda Soledade, município de Acari/RN e de Cipriano Pereira Pereira de Araújo (1871/1944) ex prefeito de Acari/RN. Tio de Terezinha Pereira Galvão (1928/2002). Genitor de Joanna Leopoldina de Araújo (1903/1963).
TEODORA CÂNDIDA DE ALBUQUERQUE GALVÃO (1869/1947) irmã de Sérvulo Pires de Albuquerque Galvão Filho. Neta do Major Antônio Pires de Albuquerque Galvão.
THOMAZ LOPES DE ARAÚJO, nasceu em 1869 e era filho do Cel. João Damasceno (Bode Preto) e Rita Maria da Conceição, casado a primeira vez com Antônia Francelina de Araújo. Esta era filha de João Porfírio do Amaral e Maria Joaquina de Jesus. Em segunda núpcias com Maria Augusta de Araújo filha de Sebastião Garcia de Araújo e Maria Augusta de Araújo. E ainda uma terceira vez, casou com Adelaide de Araújo, irmã de Maria Augusta. Thomaz foi avô de José Lopes de Araújo, Francisco Lopes de Araújo, Horácio Lopes de Araújo e outros.
Gorgônio Pereira Bolcont, morador da Quixaba, contraiu matrimônio com Tereza Maria de Jesus em 7 de outubro de 1869, união da qual se originou numerosa prole, amplamente integrada à vida social, cultural e familiar do Seridó. O primogênito do casal foi Luiz Pereira Bolcont Neto, rabequista de reconhecida habilidade, casado com Cristiana de Jesus. Seguiu-se Antônio Elias de Araújo, que, em primeiras núpcias, no ano de 1902, na então Vila de Flores, desposou Tereza Romana da Conceição, filha de Pacífico Garcia de Araújo e de sua consorte; Tereza faleceu vitimada por sarampo, não havendo descendência dessa união. Em segundas núpcias, Antônio Elias casou-se a 18 de junho de 1907, em Jardim do Seridó, com Raimunda Izabel de Jesus, filha de Joaquim Miguel dos Santos e de Jardelina do Amor Divino. Justino Pereira Gorgônio contraiu matrimônio com Clara Augusta de Araújo, vindo posteriormente esta a enviuvar por suicídio do esposo. Tereza de Jesus, conhecida como Teté da Quixabinha, casou-se com Pacífico Garcia do Amaral, o Pacífico Menino, já viúvo de Maria Sebastiana. Hermínia Pereira uniu-se em matrimônio a Sebastião Pereira de Araújo, conhecido como o major do Belo Monte. Mariana Tereza de Jesus foi casada com João Pantaleão da Silva. Leovegildo Pereira Bolcont, por sua vez, desposou Clara Augusta de Araújo, viúva de Justino Pereira Gorgônio. Ana Ernestina de Araújo casou-se com Benvenuto Pereira de Araújo, do Alegre. Josefa Almira de Medeiros uniu-se a Manoel Silvestre de Araújo, conhecido como Manoel Cosme. Elísio Pereira Gorgônio, nascido na Quixaba, transferiu-se para o Apodi, onde se estabeleceu e contraiu matrimônio. Juvenal Teófilo Pereira, rabequista como outros membros da família, permaneceu solteiro, deixando, contudo, descendência. Remígio Pereira faleceu solteiro, acometido de paralisia. Francisco teve morte trágica, enforcando-se aos treze anos de idade. Por fim, Maria Gorgônia permaneceu solteira, encerrando a enumeração dos filhos do casal Gorgônio Pereira Bolcont e Tereza Maria de Jesus, cuja descendência marcou, de modo duradouro, a história familiar da Quixaba e de regiões circunvizinhas.
Gorgônio Pereira Bolcont, morador da Quixaba, contraiu matrimônio com Tereza Maria de Jesus em 7 de outubro de 1869, união da qual se originou numerosa prole, amplamente integrada à vida social, cultural e familiar do Seridó. O primogênito do casal foi Luiz Pereira Bolcont Neto, rabequista de reconhecida habilidade, casado com Cristiana de Jesus. Seguiu-se Antônio Elias de Araújo, que, em primeiras núpcias, no ano de 1902, na então Vila de Flores, desposou Tereza Romana da Conceição, filha de Pacífico Garcia de Araújo e de sua consorte; Tereza faleceu vitimada por sarampo, não havendo descendência dessa união. Em segundas núpcias, Antônio Elias casou-se a 18 de junho de 1907, em Jardim do Seridó, com Raimunda Izabel de Jesus, filha de Joaquim Miguel dos Santos e de Jardelina do Amor Divino. Justino Pereira Gorgônio contraiu matrimônio com Clara Augusta de Araújo, vindo posteriormente esta a enviuvar por suicídio do esposo. Tereza de Jesus, conhecida como Teté da Quixabinha, casou-se com Pacífico Garcia do Amaral, o Pacífico Menino, já viúvo de Maria Sebastiana. Hermínia Pereira uniu-se em matrimônio a Sebastião Pereira de Araújo, conhecido como o major do Belo Monte. Mariana Tereza de Jesus foi casada com João Pantaleão da Silva. Leovegildo Pereira Bolcont, por sua vez, desposou Clara Augusta de Araújo, viúva de Justino Pereira Gorgônio. Ana Ernestina de Araújo casou-se com Benvenuto Pereira de Araújo, do Alegre. Josefa Almira de Medeiros uniu-se a Manoel Silvestre de Araújo, conhecido como Manoel Cosme. Elísio Pereira Gorgônio, nascido na Quixaba, transferiu-se para o Apodi, onde se estabeleceu e contraiu matrimônio. Juvenal Teófilo Pereira, rabequista como outros membros da família, permaneceu solteiro, deixando, contudo, descendência. Remígio Pereira faleceu solteiro, acometido de paralisia. Francisco teve morte trágica, enforcando-se aos treze anos de idade. Por fim, Maria Gorgônia permaneceu solteira, encerrando a enumeração dos filhos do casal Gorgônio Pereira Bolcont e Tereza Maria de Jesus, cuja descendência marcou, de modo duradouro, a história familiar da Quixaba e de regiões circunvizinhas.



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