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1871

 

    ANDRÉ PIRES DE MEDEIROS (1886/1972), filho de Maria Benta Pires de Albuquerque Galvão e de Pedro Paulo de Medeiros Dantas. Destarte, bisneto do Major Antônio Pires de Albuquerque Galvão. Seus irmãos são: Pedro PauloAntônio RafaelFrancisco SátiroAna MariaAnunciada CândidaEnedinaIrineu LeopoldoJoão RafaelManoel SérgioBellinoPorfíria AlexandrinaMaria e Guilhermina. Esposo de Francisca "Francisquinha" Martins de Medeiros. Genitor de Terezinha ZéliaJoséMaria do Céo e Antônio Omar.

 Maestro ANTÔNIO PEDRO DANTAS  (1871/1940) Filho de João José Dantas e de  Vicência Maria do Espírito Santo. O maestro Tonheca Dantas nasceu no município do Acary, na localidade que atualmente se situa a cidade de Carnaúba dos Dantas/RN.  Compositor e maestro, autor de vasta obra musical. 

Em 1898 foi contratado como maestro da Banda de Música da Polícia Militar do Rio Grande do Norte, função que exerceu por três anos. Em 1903, mudou-se para Belém do Pará, sendo contratado como regente da Banda de Música do Corpo de Bombeiros. Em 1910, foi para a Paraíba onde regeu as bandas de música das cidades de Alagoa Grande e Alagoa Nova. Retornou definitivamente em 1911 para Natal, onde passou a integrar a Banda de Música da Polícia Militar. 

Autor da Valsa Royal Cinema. Esta valsa foi tocada exaustivamente pela Rádio BBC de Londres, durante a Segunda Guerra Mundial. Outras composições: Valsa Delírio, a suíte Melodia do Bosque, Valsa A Desfolhar Saudades, a marcha solene Republicana e o dobrado Tenente José Paulino. 



José Aprígio Batista, imortalizado na crônica seridoense como Zezé Aprígio, foi um homem de notável saber genealógico, atuando como um "linhagista" e informante basilar para a preservação da memória de sua estirpe. Nascido a 11 de dezembro de 1871, exerceu o múnus público como vereador em Jardim do Seridó entre os anos de 1908 e 1910, além de ter sido o senhor da Fazenda Raposa — solo que viria a ser o berço da atual cidade de Santana do Seridó. Em sua trajetória matrimonial, vinculou-se sucessivamente a três consortes, consolidando uma vasta rede de parentesco na ribeira.

Em primeiras núpcias, celebradas a 2 de outubro de 1897, uniu-se a Silvéria Morais, filha de Manoel Simplício Batista e Ana Joaquina do Nascimento. Deste leito, adveio um único herdeiro: Manoel Mendes de Morais (PN 39), nascido em 11 de novembro de 1898. Após enviuvar, Zezé Aprígio contraiu segundas núpcias com Valentina Nóbrega de Morais (QN 26), filha de Antônio Alves da Nóbrega e Maria Valentim da Nóbrega, união que gerou a maior parte de sua descendência. Por fim, uniu-se em terceiro consórcio a Teopézia Bezerra, filha de Possidônio Bezerra e neta de Justino Nóbrega, da Salamandra, união esta que transcorreu sine prole.

A sucessão decorrente de seu segundo matrimônio incluiu figuras de destaque na vida social e política da região: Silvério Valentim Batista, o Severiano (PN 40), casado com Josefa Bezerra Batista; Seráfico José Batista (PN 41), que, além de consorciar-se com Laura Guedes Batista, seguiu a senda administrativa como prefeito de Santana do Seridó; Francisco Batista de Morais (PN 42), casado com Felisbela Morais; e João Batista de Morais (PN 43), que uniu-se a Rita Morais, ambos os últimos sem descendência. A linhagem prosseguiu com Julieta Morais (PN 44), vinculada inicialmente a Antônio Bezerra de Almeida; Alcides Batista de Morais (PN 45), que se uniu a Marieta Bezerra de Morais; e José Antônio de Morais (PN 46), casado com Esmeraldina Maria de Morais.



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